Estudo de Casos
Conheça alguns casos de sucesso OpServices:
Fundada há 58 anos, a Avipam está entre as cinco maiores agências de turismo do Brasil em volume de vendas e, além de pessoas físicas, a agência de turismo atende grandes corporações como Ambev, Citibank, Editora Abril, Natura e Grupo Votorantim. Atua com mais de 70 postos, instalados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus, Vitória, Salvador e Porto Alegre.
Com a adoção da solução OpMon, da OpServices, a Avipam melhorou sua qualidade de atendimento, prevenindo problemas e garantindo disponibilidade de até 99,89% de seus serviços on-line, “Nosso ambiente é muito heterogêneo, além de gerenciar produtos via web e sistemas implementados nos clientes, bem como diversos processos de negócios”, destaca Paulo Boneschi, diretor de TI e Qualidade da Avipam. “Escolhemos o OpMon pois necessitávamos de uma visão mais precisa de nossas atividades”. Segundo o executivo, com a gestão garantida pelo OpMon ficou possível fazer uma relação direta da infra-estrutura existente com o crescimento do negócio. “Temos plena consciência de nossa capacidade e de nossas necessidades de investimentos.”, complementa. Outros benefícios apontados são a capacidade de alinhar os processos de TI com os objetivos estratégicos, a eliminação de gargalos na produtividade e a maior eficiência no cumprimento dos SLAs propostos aos clientes. “Conseguimos implementar SLAs ou, nos clientes em que essa prática já existia, passamos a ser capazes de trabalhar com base em números mais precisos, o que agregou muito valor ao nosso produto”, diz.
Banco do Estado do Rio Grande do Sul recebe prêmio de Gestão de Infraestrutura com a plataforma de Gerenciamento de TI OpMon.
"Operação mais ágil, gerenciamento mais fácil". Estes foram os parâmetros que levaram o Banrisul a adotar a plataforma de Gerenciamento de TI OpMon, após um processo licitatório. A total adequação das qualidades técnicas do produto às necessidades do Banrisul, hoje monitorando 720 servidores e 20450 serviços, permitiu o estabelecimento da melhor relação custo-benefício, com economia projetada de cerca de um milhão e quatrocentos mil reais em três anos.
Este fato levou o banco a receber o prêmio eFinance’09 na categoria Gestão de Infraestrutura. O prêmio foi criado em 2002 pela Revista Executivos Financeiros e anualmente destaca soluções de infraestrutura e aplicativos na área de TI e Telecom que tenham contribuído para melhorar a qualidade dos serviços prestados por instituições financeiras.
A comissão julgadora do efinance 2009 foi composta por professores com grande experiência nas áreas de TI e finanças.
Mercador, empresa do Grupo Telefônica, especializada na implantação de projetos de integração e gerenciamento de transações eletrônicas, optou pela solução OpMon da Opservices, para monitorar as atividades dos seus clientes, e o planejamento interno da demanda e otimização de recursos. Com a solução, o Mercador pode monitorar a sua infra-estrutura heterogênea, composta por aproximadamente 50 dispositivos (entre servers e redes). Além disso, garante o trabalho de uma operação num horário de 24 x 7.
“Com a ferramenta, conseguimos garantir o cumprimento dos SLAs oferecidos aos nossos clientes, sendo este um fator muito importante na relação de confiança que existe entre Mercador e seus usuários”, destaca André Ghignatti, diretor de Tecnologia da empresa.
Além da segurança na continuidade dos serviços, o Mercador pode agora extrair a informação do seu entorno, fazendo que a gerência da infra-estrutura seja muito mais transparente. “Isto permite que nós estejamos no topo da cadeia tecnológica”, agrega o executivo.
A Tractebel Energia, com sede em Florianópolis, Santa Catarina, adquiriu a plataforma da OpServices, que agora controla e documenta toda sua infra-estrutura de TI.
A empresa é líder na geração privada de energia elétrica no Brasil – cerca de 8% do total.
Com 16 usinas hidrelétricas e termelétricas, no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins, a Tractebel tem capacidade instalada de 6144 Mw, e faz parte do grupo franco-belga GDF-SUEZ. O OpMon acompanha os sistemas críticos e o tráfego de dados entre a sede, as demais unidades e as usinas. “O monitoramento aumentará a pró-atividade na resolução de problemas, evitando interrupções e garantindo agilidade”, explica Alexandre Grandi, diretor comercial da HA Projetos, que participou do processo comercial junto ao cliente. Já para a coordenadora de Suporte Técnico de TI da Tractebel, Luciana Moura Nabarrete, “aderência às necessidades específicas da empresa, facilidade de implementação e de uso, além do modelo de fornecimento como serviço, foram fundamentais para a escolha do OpMon”.
A Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo utiliza o OpMon desde meados de 2008 para gerenciamento de servidores, incluindo capacidade e disponibilidade. De acordo com Jaime Ridorsa, Gestor de Suporte de Plataformas Mainframe e Windows, há 16 anos na empresa e responsável pela implementação e pelo escopo da utilização do OpMon, uma das características que mais influenciou na sua escolha foi a possibilidade que oferece de trabalhar em uma arquitetura voltada a serviços. “Com ela, podemos criar acompanhamento para correio eletrônico, ativos de rede, aplicações, etc. Foi a solução que mais se alinhou às necessidades da Sabesp e estamos realmente muito satisfeitos com seu desempenho”.
Entusiasmado com a versão 4.0 do OpMon, que conheceu durante o OpDate, em dezembro passado, em Porto Alegre, Jaime explica que a adesão à novidade provavelmente se dará em 2010. “É uma versão ainda mais alinhada ao ITIL, o que interessa muito à Sabesp, que intenciona, futuramente, manter algumas gerências nesse sistema”. Ele explica que a dinâmica da versão 4.0 coincide fortemente com as práticas de Governança de TI que a Sabesp pretende assumir. “Neste momento, estamos ainda consolidando a adoção da solução atual, mas é bastante provável que a versão 4.0 integre a pauta da companhia no ano que vem”, conclui.
Instituição de saúde universitária pública diretamente ligada ao Ministério da Educação, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre reúne quase cinco mil colaboradores. Um expressivo universo, que realiza 550 mil consultas, 28,6 mil internações, 36 mil cirurgias, 3,6 mil partos e 2,4 milhões de exames a cada ano. Essa monumental estrutura exige igual robustez em sua área de TI, que suporta todos os processos de atendimento aos pacientes, cujo produto principal é o Prontuário Eletrônico. Para fazer frente a essa demanda, há cinco anos utiliza o OpMon.
A coordenadora de Gestão da Tecnologia da Informação Maria Luiza Falsarella Malvezzi explica que a instituição optou pela solução da OpServices para monitorar rede (de dois mil pontos), servidores e aplicações por suas características. Segundo ela, atendem integralmente as necessidades do Clínicas, como “monitorar serviços de TI testando todas as camadas, ser multiplataforma e permitir hierarquização”. Maria Luiza cita como importantes, ainda, a facilidade na obtenção de relatórios de disponibilidade, “de uma forma útil e eficiente”. E pros-segue, “a facilidade na instalação e integração de novos monitores, além da visibilidade do estado geral da infra-estrutura, permitindo ações de correção antes de qualquer comprometimento, é de grande utilidade”.
A coordenadora conta que já assistiu a uma apresentação da versão 4.0 do OpMon e ficou bem impressionada com a nova interface, “mais agradável e com recursos interessantes, como os dashboards, que permitirão incrementar consoles de gerenciamento”. Quanto ao relacionamento com a OpServices, suas impressões são igualmente favoráveis, “sempre que necessário, somos prontamente atendidos”.
A Grendene monitora 850 elementos de TI, dos quais 200 são processos denegócios, utilizando a solução OpMon, da OpServices, customizada às suas necessidades. Inicialmente, a empresa tinha necessidade de gerenciar as funções importantes de ambiente e de sistemas. Com uma produção estimada de 400 pares de sapato por minuto, não há permissão para paradas não-planejadas. Trinta minutos de interrupção representariam 12 mil pares de sapatos a menos. A queda do servidor por poucos instantes poderia significar perda de relacionamentos e até mesmo de contratos.
Uma das solicitações da Grendene foi o monitoramento do ar condicionado, já que um dispositivo de segurança pára automaticamente as máquinas a partir de uma elevação da temperatura ambiente. Com sua versatilidade, além disso, o OpMon permite também à Grendene controlar o uso das linhas de comunicação e dos CPUs, bem como monitorar as esteiras de montagem e a produtividade. A solução também é aplicada no controle da infra-estrutura, fazendo,m por exemplo, a verificação do relógio de ponto nos restaurantes. A empresa possui um sistema de supervisão feito de hora em hora, um gerenciamento 24x7, monitorando 14 fábricas e outros negócios, totalizando 20 pontos do Brasil. “Nossa empresa não trabalha mais sem o OpMon, responsável desde a checagem do nível de óleo nos geradores dos servidores de contingência, até a confecção de relatórios de produtividade”, explica Ernani PauloToso, gerente de TI da Grendene.
Cliente OpServices desde o final de 2007, a maior das 29 Unimeds existentes no Rio Grande do Sul reúne quase seis mil médicos e cerca de meio milhão de usuários. Números que exigem uma estrutura de TI altamente competente e ágil. “Quando escolhemos o OpMon”, diz Magda Targa, superintendente de TI da Unimed Porto Alegre, “estávamos em busca de uma ferramenta de gestão que fosse proativa. Hoje, com ela, temos condições de conhecer com exatidão o comportamento dos componentes monitorados, o que nos permite atuar sempre de forma preventiva”.
Para Magda, trabalhar com a OpServices foi uma experiência positiva desde o período pré-venda. “A negociação foi fácil e o modelo de contratação, por degraus, muito bom. Sem falar na total aderência do produto”. Na implantação, segundo ela, a experiência também foi tranquila: “Além de gradual, permitiu que o ambiente fosse colocado em produção com agilidade e rapidez”.
Hoje, o OpMon monitora 860 itens na Unimed Porto Alegre (servidores, componentes de telecomunicações, banco de dados e aplicações) e agrada, ainda, pelo fato de permitir a inclusão de novos objetos, “sem trauma”, segundo a superintendente, “como a desativação, tranquila e sem problemas, de itens que não se deseje mais manter sob monitoração”.
Quanto ao relacionamento com a OpServices, Magda conta que sempre foi prontamente atendida pela equipe de suporte, solucionando dúvidas e demandas de forma simples e rápida.
O OpMon é utilizado em todo o site da Mitsubishi Motors do Brasil, que opera com unidades em São Paulo e em Catalão, Goiás. Seu gerente corporativo de TI, Eduardo Mauricio Zalamena, conta que não foi fácil chegar a uma ferramenta completa, “que sozinha contemplasse o ambiente de infra-estrutura de uma montadora como a Mitsubishi e rodasse num ambiente que permitisse gerenciar diversos objetos, de diferentes plataformas e sistemas”.
Ele relata que as aplicações anteriores eram parciais, enquanto o OpMon se mostrou abrangente e flexível. “Com ele, conseguimos analisar as informações e tomar decisões de forma rápida, evitando o downtime de aplicações ou máquinas”, exemplifica.
A possibilidade de prever problemas e agir rapidamente é um ponto altamente positivo, para Zalamena, “juntamente com a rapidez na geração de relatórios e os indicadores de performance, que permitem interagir com o histórico e projetar o futuro em termos de capacidade de infra e no geral”. Outras qualidades do OpMon, para ele, são interface, relatórios capacity planning, disponibilidade, ter suporte técnico eficiente e sua forma de licenciamento. “Além de seu desempenho, que é muito bom”, finaliza.

