Quando o usuário reclama de lentidão num sistema hospedado fora da empresa, o traceroute costuma ser o segundo comando do plantão, logo depois do ping. Em segundos, a saída devolve uma lista de saltos, tempos em milissegundos e, quase sempre, alguns asteriscos que parecem apontar o culpado. Ler essa saída exige mais cuidado do que […]
