Conheça os 20 principais serviços da AWS: Amazon Web Services
Escolher um serviço da AWS raramente trava por falta de opção. O que trava são três perguntas: para que ele serve, se a AWS o vende em São Paulo e quanto custa aqui. Ou seja, o nome do produto não responde nenhuma delas.
Este catálogo cobre os 20 principais serviços da AWS que sustentam a maior parte das arquiteturas em produção. Cada um traz, além disso, o cenário de uso e a métrica que precisa entrar no seu monitoramento.
Todo número de região e de preço deste artigo saiu da tabela de preços pública da AWS, lida em 3 de setembro de 2026. Ela responde sem conta e sem credencial. Por isso, os comandos que rodamos estão reproduzidos abaixo, prontos para você repetir.
Os 20 principais serviços da AWS em uma tabela
Comece pela tabela, que resume o catálogo inteiro. Em seguida, use a coluna de monitoramento como ponto de partida do plano de coleta. Ela traz, por exemplo, a métrica que costuma falhar primeiro em cada serviço.
| Serviço | Categoria | Quando usar | O que monitorar nele |
|---|---|---|---|
| Amazon EC2 | Computação | Carga que precisa de sistema operacional próprio ou de software legado | Saldo de crédito de CPU nas famílias t, além de uso de CPU e falha de status check |
| AWS Elastic Beanstalk | Computação | Publicar aplicação web sem desenhar a infraestrutura por baixo | Saúde do ambiente e a fatura do EC2 que ele provisiona por você |
| AWS Auto Scaling | Computação | Demanda com pico previsível ou variação forte ao longo do dia | Tempo entre o gatilho e a instância pronta, mais o número de eventos por hora |
| AWS Lambda | Computação | Tarefa curta, orientada a evento, com tráfego irregular | Duração por invocação, erros, throttles e frequência de partida a frio |
| Amazon S3 | Armazenamento | Arquivo, mídia, backup e data lake acessados por HTTP | Erros 5xx, latência de primeiro byte e crescimento por prefixo |
| S3 Glacier | Armazenamento | Retenção legal e backup que quase nunca volta | Custo e prazo de restauração, que é onde a economia se perde |
| Amazon EBS | Armazenamento | Disco de instância EC2 que precisa sobreviver ao desligamento | Fila de operações no volume e IOPS contra o limite contratado |
| Amazon RDS | Banco de dados | Banco relacional que você não quer administrar | Atraso de réplica, conexões abertas e memória disponível |
| Amazon Redshift | Banco de dados | Consulta analítica sobre volume grande de dados históricos | Tempo de fila por grupo de workload e uso de disco do cluster |
| Amazon DynamoDB | Banco de dados | Acesso por chave em escala, com latência previsível | Requisições limitadas por throttle e consumo de capacidade por partição |
| Amazon Aurora | Banco de dados | Carga relacional que exige mais leitura do que o RDS entrega | Atraso das réplicas de leitura e tempo de failover do cluster |
| Amazon ElastiCache | Banco de dados | Tirar leitura repetida do banco e cortar latência da aplicação | Taxa de acerto do cache e chaves removidas por falta de memória |
| Amazon VPC | Rede | Isolar ambientes e controlar o que entra e o que sai | Pacotes rejeitados no flow log e custo do NAT Gateway |
| Amazon CloudFront | Rede | Entregar conteúdo perto do usuário e aliviar a origem | Taxa de acerto na borda e erros vindos da origem |
| Amazon Route 53 | Rede | DNS autoritativo com verificação de saúde e roteamento por política | Health check reprovado e consultas por zona hospedada |
| Elastic Load Balancing | Rede | Distribuir tráfego entre instâncias em zonas diferentes | Alvos fora de serviço, erros 5xx gerados pelo balanceador e latência do alvo |
| Amazon Kinesis | Análise | Ingerir evento contínuo de log, clique ou telemetria | Atraso do consumidor atrás do fluxo e leituras limitadas por shard |
| Amazon Lex | Machine learning | Atendimento por voz ou texto com intenção reconhecida | Intenções não reconhecidas e latência da resposta ao usuário |
| Amazon SQS | Integração | Desacoplar produtor e consumidor sem perder mensagem | Idade da mensagem mais antiga e volume na fila de mensagens mortas |
| Amazon AppStream 2.0 | Área de trabalho | Entregar aplicação pesada pelo navegador, sem instalar nada | Latência da sessão e frota reservada contra sessões em uso |
Quantas regiões a AWS tem hoje e o que roda em São Paulo
São 36 as regiões em que a AWS vende o Amazon EC2, sendo 34 comerciais e 2 do GovCloud americano. O dado veio do índice de regiões da tabela de preços, publicado em 3 de setembro de 2026. Existem ainda outras 70 Local Zones e Wavelength Zones só no EC2. Elas estendem uma região que já existe, portanto não contam como região independente.
Esse índice é público. Assim, qualquer pessoa confere em dois comandos, sem abrir conta na AWS:
Rodamos essa verificação para os 20 serviços deste catálogo. Dezesseis dos dezessete que têm tabela de preço própria estão em São Paulo. O Amazon Lex é a exceção: aparece em apenas 12 regiões no mundo, nenhuma delas no Brasil. Portanto, quem desenha atendimento conversacional aqui aceita a latência de outra região ou troca de serviço.
Outra troca que o catálogo antigo escondia: o Amazon Glacier virou classe de armazenamento dentro do S3. A API de vault original ainda existe, porém só em 23 regiões, contra 36 do S3. Projeto novo entra, dessa forma, pelas classes do S3, nunca pela API antiga.
Elastic Beanstalk e Auto Scaling não aparecem nessa conta porque não têm preço próprio. Ambos são gratuitos. Você paga, no entanto, os recursos que eles provisionam por baixo.
Serviços de computação da AWS
1. Amazon EC2
Máquina virtual com sistema operacional sob seu controle: é isso que o EC2 entrega. Ele é a porta de entrada para carga legada, para software que exige instalação e, sobretudo, para o que não cabe num serviço gerenciado.
Vale conhecer a armadilha das famílias t, que são econômicas porque trabalham com crédito de CPU acumulado. Quando o crédito acaba, o desempenho despenca sem que o uso de CPU acuse nada. Monitore, portanto, o saldo de crédito, não apenas a CPU.
2. AWS Elastic Beanstalk
Envie o código da aplicação e o Elastic Beanstalk provisiona sozinho o ambiente: instância, balanceador, escalabilidade e implantação. Ele aceita, inclusive, .NET, Java, PHP, Python, Node.js, Docker, Go e Ruby.
Por outro lado, o ambiente continua sendo seu. As instâncias EC2 aparecem na sua fatura e no seu inventário. Logo, é você quem responde por patch e por capacidade.
3. AWS Auto Scaling
Definida a política, o Auto Scaling ajusta sozinho a quantidade de instâncias. A regra prática é escolher o gatilho pela métrica que o usuário sente, como tamanho de fila ou latência. Assim, a CPU deixa de ser o único sinal.
Meça o tempo entre o gatilho e a instância pronta para receber tráfego. Em ambiente com imagem pesada esse intervalo passa de vários minutos. Por isso, o ajuste automático não cobre pico repentino.

4. AWS Lambda
Sem servidor para administrar, o Lambda executa o código e cobra por invocação e por tempo de execução. Por isso, ele resolve bem tarefa curta disparada por evento, como processar arquivo que chegou no S3.
Duas restrições decidem se ele serve. A primeira é o tempo máximo de execução por invocação. A segunda é a partida a frio, que adiciona latência quando a função fica ociosa. Em contrapartida, carga contínua e previsível costuma sair mais barata em EC2 do que em arquitetura serverless.
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Só o e-mail. Sem spam, e seus dados protegidos pela LGPD.
Serviços de armazenamento da AWS
5. Amazon S3
Guardar objeto acessível por HTTP, sem limite prático de volume: essa é a função do S3. Ele sustenta backup, mídia, log e data lake. Além disso, virou o destino padrão da análise de grandes volumes de dados na AWS.
A própria AWS descreve o S3 como projetado para exceder 99,999999999% de durabilidade, os onze noves. Esse número trata de perda de objeto, não de indisponibilidade. A diferença entre os dois aparece adiante, ainda neste artigo.
6. S3 Glacier
Hoje o Glacier não é mais produto separado: virou família de classes dentro do S3, com três variantes. São elas Instant Retrieval, Flexible Retrieval e Deep Archive, todas voltadas a retenção legal e backup de longo prazo.
Contudo, a economia só se confirma se o dado ficar parado. O Deep Archive custa uma fração do S3 Standard, mas cobra a recuperação e devolve o arquivo em horas. Portanto, antes de migrar, estime quantas restaurações o ano vai pedir.
7. Amazon EBS
Disco em bloco que acompanha a instância EC2 e sobrevive ao desligamento dela: esse é o EBS. Além disso, cada volume fica replicado dentro da própria zona de disponibilidade.
No tipo gp3 você contrata IOPS e throughput separados do tamanho do disco. Dessa forma, morre o velho truque de inflar o volume só para ganhar desempenho. Ele era obrigatório no gp2 e inflava a conta junto.
Serviços de banco de dados da AWS
8. Amazon RDS
Banco relacional gerenciado é o que o RDS entrega: ele cuida de provisionamento, backup, patch e réplica. Hoje ele roda seis motores: PostgreSQL, MySQL, MariaDB, Oracle, SQL Server e Db2.
No modo Multi-AZ, uma cópia sincronizada fica em outra zona e assume o serviço em caso de falha. Esse modo dobra o custo de instância, portanto entra por requisito de disponibilidade declarado, nunca por padrão.
9. Amazon Redshift
Data warehouse com armazenamento colunar e consulta em SQL: essa é a função do Redshift. Ele foi desenhado para varredura analítica sobre histórico grande, não para transação.
Cluster mal dimensionado enfileira consulta em silêncio. Acompanhe, por isso, o tempo de espera por grupo de workload. É ele que denuncia concorrência acima da capacidade, antes que o usuário reclame do relatório lento.
10. Amazon DynamoDB
Banco NoSQL de chave-valor e documento, com latência de milissegundos em qualquer escala: assim funciona o DynamoDB. Ele dispensa servidor e, além disso, cresce sem intervenção.
Em contrapartida, o modelo de dados precisa nascer junto do padrão de acesso. Chave de partição mal escolhida concentra tráfego numa fatia só e gera throttle, mesmo com capacidade sobrando no restante da tabela.
11. Amazon Aurora
Compatível com MySQL e com PostgreSQL, o Aurora é o banco relacional próprio da AWS. A camada de armazenamento fica separada da camada de computação. Dessa forma, dá para adicionar réplica de leitura sem copiar dados.
Essa separação é o critério de escolha entre ele e o RDS. Quando a carga é de leitura e precisa crescer rápido, o Aurora responde melhor. Por outro lado, em carga estável o RDS entrega o mesmo por menos.
12. Amazon ElastiCache
Cache gerenciado em memória é o que o ElastiCache oferece. Na região de São Paulo ele aceita três motores: Redis, Valkey e Memcached. Medimos os três na tabela de preços em setembro de 2026.
Bifurcação aberta do Redis, o Valkey entrou no catálogo como opção mais barata para o mesmo protocolo. A métrica que importa aqui é a taxa de acerto. Cache com acerto baixo, porém, adiciona salto de rede sem tirar carga do banco.

Serviços de rede e entrega de conteúdo da AWS
13. Amazon VPC
Rede privada onde os seus recursos vivem: essa é a VPC. Você define faixa de endereços, sub-redes, tabelas de rota e gateways. Além disso, controla o tráfego por grupo de segurança e por lista de acesso.
Aqui o item que mais escapa do orçamento é o NAT Gateway, cobrado por hora e por gigabyte processado. Tráfego de saída que poderia usar endpoint de VPC acaba passando por ele. Consequentemente, a surpresa chega na fatura do mês seguinte.
14. Amazon CloudFront
Rede de entrega de conteúdo da AWS, o CloudFront guarda cópia em pontos de presença espalhados pelo mundo. Assim, ele aproxima a resposta do usuário e reduz a carga que chega na origem.
Taxa de acerto na borda é a métrica que decide se ele vale a pena. Configuração de cache mal calibrada devolve quase tudo para a origem. Você acaba pagando, assim, o CDN sem colher o benefício dele.
15. Amazon Route 53
Serviço de DNS autoritativo da AWS, o Route 53 faz mais do que resolver nomes. Ele verifica a saúde do destino e, ainda, roteia por política: por latência, por geografia, por peso ou por failover.
Nesse ponto, a integração entre verificação de saúde e política de roteamento vira mecanismo de continuidade. O registro deixa de apontar para o destino reprovado. Contudo, o efeito prático depende do TTL que você publicou.
16. Elastic Load Balancing
Distribuir tráfego entre destinos em zonas de disponibilidade diferentes: esse é o papel do Elastic Load Balancing. Na região de São Paulo a tabela de preços lista quatro tipos: Application, Network, Gateway e o antigo Classic.
Escolha pela camada. O Application trabalha em HTTP e enxerga rota e cabeçalho, enquanto o Network opera em TCP com latência menor. Portanto, fechar isso cedo evita retrabalho de arquitetura de rede depois.
Serviços de análise, machine learning e integração da AWS
17. Amazon Kinesis
Fluxo contínuo de dados é o terreno do Kinesis: log de aplicação, clique de site, telemetria de dispositivo e evento de machine learning. Ele mantém cada evento disponível por uma janela de retenção configurável.
Atraso do consumidor é a métrica de saúde do fluxo. Quando ele cresce, o processamento ficou para trás da ingestão. Consequentemente, o dado começa a expirar antes de ser lido.
18. Amazon Lex
Interface conversacional por voz ou por texto, com reconhecimento de fala e de intenção: é o que o Lex constrói. Trata-se, inclusive, da mesma tecnologia por trás da Alexa.
Como medimos acima, ele está em 12 regiões e nenhuma fica no Brasil. Atendimento hospedado aqui conversa com outra região. Isso adiciona latência e, principalmente, muda a discussão sobre residência de dados.
19. Amazon SQS
Fila de mensagens gerenciada é a definição curta do SQS. Ele desacopla quem produz de quem consome, absorve pico e evita que a queda de um componente derrube a operação inteira.
Duas métricas resolvem o diagnóstico: a idade da mensagem mais antiga na fila e o volume acumulado na fila de mensagens mortas. A primeira mostra atraso. A segunda, por outro lado, mostra falha repetida.
20. Amazon AppStream 2.0
Transmitir aplicação de desktop pelo navegador, sem instalação na máquina do usuário: esse é o AppStream 2.0. Ele resolve principalmente software pesado, licenciado por posto ou preso a um sistema operacional específico.
Segundo a tabela de preços, o serviço está em 23 regiões e São Paulo é uma delas. Aqui a frota reservada é o que pesa na conta, porque capacidade parada continua sendo cobrada.
Quanto a região de São Paulo custa a mais
Rodar na região de São Paulo custa entre 54% e 76% a mais do que na Virgínia do Norte, conforme o serviço. Os valores abaixo saíram da tabela de preços sob demanda da AWS. Consideramos Linux sem licença e locação compartilhada, em leitura de 3 de setembro de 2026.
| Item | São Paulo | Virgínia do Norte | São Paulo custa |
|---|---|---|---|
| EC2 t3.medium 2 vCPU, 4 GiB |
US$ 0,0672 / hora | US$ 0,0416 / hora | +61,5% |
| EC2 m5.large 2 vCPU, 8 GiB |
US$ 0,1530 / hora | US$ 0,0960 / hora | +59,4% |
| EC2 c5.xlarge 4 vCPU, 8 GiB |
US$ 0,2620 / hora | US$ 0,1700 / hora | +54,1% |
| S3 Standard primeiros 50 TB por mês |
US$ 0,0405 / GB | US$ 0,0230 / GB | +76,1% |
| S3 Glacier Deep Archive armazenamento por mês |
US$ 0,0032 / GB | US$ 0,00099 / GB | 3,2 vezes |
Traduzindo para a fatura: uma t3.medium ligada o mês inteiro sai por US$ 49,06 em São Paulo contra US$ 30,37 na Virgínia. São US$ 18,69 de diferença por instância por mês. Numa frota de dez, portanto, a conta chega a US$ 2.243 por ano.
Esse prêmio não condena a região brasileira. Ele apenas transforma a escolha em critério explícito: latência e residência do dado de um lado, custo do outro. Trate a região como decisão de gestão de custos em nuvem, com o número na mesa.
A mesma consulta serve para qualquer serviço e qualquer região. Basta trocar a oferta e o código da região na URL:
Duas armadilhas quebram essa medição. A primeira: o arquivo de EC2 pesa centenas de megabytes por região, então leia em fluxo em vez de carregar na memória. A segunda mora dentro da oferta do S3, numa linha chamada Glacier Deep Archive que não traz o preço da classe. O valor correto vive na oferta separada, ou seja, leia sempre a descrição de cada linha.
Durabilidade não é disponibilidade e só uma delas gera crédito
Durabilidade mede a chance de o objeto se perder. Disponibilidade mede a chance de ele estar fora do ar quando você pede. Os dois números do S3 são bem diferentes. Confundir um com o outro, portanto, produz promessa que a AWS nunca fez.
Na documentação, a AWS descreve o S3 como projetado para exceder 99,999999999% de durabilidade, os onze noves. Para o S3 Standard, a mesma página declara disponibilidade projetada de 99,99%, com acordo de nível de serviço de 99,9%.
Em outras palavras: o objeto quase nunca some, porém o serviço pode ficar indisponível cerca de 43 minutos por mês dentro do acordo. É esse segundo número que gera crédito contratual. Logo, é ele que entra no cálculo de disponibilidade da sua aplicação.
Na prática, isso muda o desenho. Backup em uma única região atende durabilidade, mas não cobre indisponibilidade regional. Quem tem requisito de continuidade replica para outra região e monitora a réplica, em vez de confiar nos onze noves.
Como monitorar os serviços da AWS que você contratou
Todo serviço deste catálogo publica métrica no Amazon CloudWatch, que é o ponto de coleta nativo da AWS. Ele resolve a captura. Ainda assim, o console dele mostra bem um recurso por vez.
Quando o ambiente cresce, o problema aparece. A conta de produção passa a ter dezenas de recursos, enquanto a operação segue com datacenter próprio ou colocation ao lado da nuvem. Nenhum painel, no entanto, mostra as duas metades juntas.
Nesse momento o que falta não é métrica, é correlação. Quando o usuário reclama de lentidão, a resposta útil diz se a origem foi o banco, o balanceador, o link ou a aplicação. Esse é o trabalho de uma camada de monitoramento de ambientes em nuvem acima do CloudWatch. Ela enxerga, inclusive, o que está fora da AWS.
Vale a mesma lógica para quem opera em mais de um provedor. Ambiente que mistura AWS com Azure ou com Google Cloud multiplica consoles. Cada um deles, porém, conta só o pedaço que enxerga.
Visibilidade total dos ambientes cloud, multi-cloud e híbridos.
Monitoramos performance, custos e disponibilidade em AWS, Azure e GCP com alertas em tempo real e gestão de FinOps integrada.
O que decidir antes de abrir a conta
Computação, armazenamento, banco de dados, rede, análise e integração: os principais serviços da AWS cobrem essas seis frentes. A lista acima dá conta da maioria das arquiteturas em produção. Ainda assim, a escolha entre eles raramente é técnica pura.
Três decisões vêm antes. A primeira é a região, porque São Paulo custa mais de 50% acima da Virgínia e nem todo serviço está aqui. A segunda é o modelo de cobrança, já que serviço gerenciado troca trabalho por fatura previsível. A terceira, por fim, é o que você vai medir.
Essa terceira decisão costuma ficar para depois. É também a mais cara. Sem plano de coleta definido antes da migração, o time descobre o problema pelo chamado do usuário e a fatura pelo fechamento do mês.
Quer montar essa camada de visibilidade sobre o seu ambiente AWS, ou sobre a mistura de nuvem e datacenter que você já opera? Fale com um especialista da OpServices e vamos desenhar o plano de monitoramento junto.