Problemas comuns na gestão de TI

O objetivo essencial da Gestão de TI é assegurar o bom funcionamento de todas as tecnologias que suportam o negócio da empresa, seja infraestrutura, sistemas e aplicações ou processos organizacionais. Em busca de alcançar essa meta, gestores podem implementar várias estratégias para melhorar a performance e disponibilidade dos ativos de TI. Além disso, podem aumentar a capacidade do negócio em responder a falhas nos sistemas corporativos, atendendo as mais variadas demandas de usuários internos ou externos.

Dessa forma, a empresa pode manter os seus fluxos de trabalho eficientes e com baixo índice de gargalos operacionais. Uma das melhores formas de impedir que falhas afetem a qualidade da Gestão de TI é conhecendo os problemas mais comuns que impactam a sua área, como a falta de informações em processos de gestão de mudanças, por exemplo.

Todos esses problemas podem gerar prejuízos financeiros e interromper projetos importantes. Se você quer saber quais são os erros mais comuns e como evitá-los, continue lendo o artigo para entender mais sobre esse tema tão relevante. Confira!

 

Problema 1: Não gerenciar da forma correta os ativos de TI

A gestão de ativos é uma atividade que cataloga e identifica os bens físicos e não físicos (licenças de software) de uma empresa. No contexto da TI, a gestão de ativos gerencia computadores, servidores, bancos de dados, licenças de software (windows, antivirus, etc.), câmeras, catracas ou qualquer tipo de dispositivo que gere dados.

É tarefa da TI, gerenciar as informações de todos esses dispositivos para ter maior controle sobre sua utilização e identificar necessidade de atualização, manutenção ou realocação do recurso, quando estiver ocioso. Geralmente esse controle se dá por meio de um software que automatize essa atividade.

Um exemplo de controle automatizado é a gestão de licenças windows ou a atualização em massa de softwares antivirus. Em médias e grandes organizações, um gestor precisa de uma solução que atue na velocidade e escala exigida.

Portanto, controlar os ativos de TI é essencial para o bom funcionamento da área de tecnologia. E isso se dá com investimento em solucões que facilitem a operação.

 

Problema 2: Não manter atualizado o ambiente de monitoramento da infraestrutura

De modo geral, quase todas as empresas com ambientes robustos de tecnologia possuem algum tipo de ferramenta para monitoramento da infraestrutura. Entretanto, geralmente essa ambiente não se mantém atualizado por falta de profissionais dedicados, por falta de processos para adicionar novos elementos à monitoração e por falta de gestão dos alertas.

Uma vez que o monitoramento seja realizado, é preciso que se escale profissionais para tratar cada tipo de problema que possa surgir. Outro ponto importante é o investimento em tecnologia que facilite a admisnitração dos ambientes de monitoramento. Quando é realizado o gerenciamento utilizando um software especializado, aderente às melhores práticas, todo o processo é otimizado.

Desde a visualização de alertas em tempo real sobre indisponibilidades até relatórios gerenciais, uma ferramenta de monitoramento de TI fornece os dados necessários para se adminsitrar ambientes complexos. Ou seja, ajudar a simplificar a gestão de TI.

Além disso, também facilita o acesso a dados de maneira remota e a gestão de tecnologia de qualquer local. Isso viabiliza a solução de problemas, ou pela menos a sua identificação, a qualquer instante. Muitos riscos demandam decisões imediatas e nessa hora esse tipo de tecnologia faz a diferença.

Em resumo, os meios da gestão de tecnologia são imprescindíveis para o bom desenvolvimento do sua empresa. Solucionar e reconhecer as falhas de TI quando eles ocorrem é primordial para assegurar que suas exigências sejam cumpridas da melhor maneira.

 

Problema 3: Não conseguir manter toda a infraestrutura documentada

A documentação dos processos do setor de TI é crucial para que a empresa tenha um fluxo de trabalho padronizado e de alta performance. Compete ao gestor implementar processos e assegurar que elas sejam seguidos por todos os colaboradores.

Conceitualmente, a documentação da infraestrutura presume a informação dos recursos disponíveis, com sua ligação e hierarquia, dos principais serviços de TI. Por exemplo, qual é a infraestrutura de TI necessária para suportar o serviço de internet da sua empresa? Caso um equipamento caia, ele possui redundância ou ele causa a queda do serviço? A resposta para essas perguntas deve ser aplicada em formato de documentação da infraestrutura. E um dos meio de fazer isso é através de catálogos de serviços de TI.

O catálogo de serviço documenta os principais serviços prestados pela TI para usuários internos ou externos e presta informações sobre o que é necessário, em termos de infraestrutura, para sua entrega. Tanto a criação como a gestão do catálogo de serviços pode ser feita por meio de software.

No caso de um bom software para gerenciar isso, no momento que se tem o reconhecimento dos elementos, as relações de dependência são criadas automaticamente. Cria-se e armazena-se todas as informações sobre cada elemento e com isso se abastece uma CMDB que se retroalimentará de forma automática, mantendo para sempre a documentação em dia.

 

Problema 4: Não saber as relações e a dependência entre os sistemas e a infraestrutura

Conforme exemplo acima, uma vez que temos todos os ICs configurados (dispositivos ou itens de configuração na linguagem ITIL), monitorados e documentados, criamos o catálogo de serviços da TI, com todos os elementos que sustentam o serviço e o SLA de cada serviço do catálogo. Dessa forma, conseguimos apresentar os relatórios dos serviços entregues pela TI.

Com tudo isso configurado, é possível entender as relações de dependência entre os sistemas e a infraestrutura. Ou seja, na ocorrência de um downtime (queda de disponibilidade) de um serviço, os profissionais conseguem identificar exatamente qual é o elemento que causou essa queda e agir de maneira assertiva. Um problema muito comum nos departamentos de TI é, quando ocorre uma falha, mobilizar profissionais de diferentes especialidades para tentar identificar o problema. É dever do gestor investir em tecnologia para identificar isso de modo automático.

 

Problema 5: Não conseguir mostrar os resultados em tempo real (near-real-time)

Isso acontece, principalmente, pela falta da implantação ou de manutenção de um bom software para monitoramento em tempo real dos elementos de tecnologia. Mais do que uma ferramenta de monitoramento de TI, é preciso investir em tecnologia que mostre, em console única, também os indicadores de negócio. Dessa forma, o gestor tem dados sobre como a área de tecnologia está impactando o negócio da empresa.

Subsidiar decisões a partir de dados é o objetivo de todo profissional que deseje mostrar resultados para sua empresa. Por isso o termo data driven se tornou um objetivo das empresas que desejam ser orientadas a dados. Independente da tecnologia é importante que os gestores apresentem os seguintes indicadores:

  • Indicadores de disponibilidade;
  • Indicadores de capacidade;
  • Indicadores de qualidade;
  • Indicadores estratégicos;

A implantação de um bom sistema e a definição de processos claros pode agilizar esse processo de gestão de tecnologia e sanar problemas comuns a muitos gestores de TI.

 

Problema 6: Ter a TI vista como um custo para o restante da organização

Todos os Gerentes de TI buscam mudar sua imagem perante o resto da organizacão. Isso porque, historicamente, ela sempro foi vista como um custo e não como investimento. Os decisores de TI sempre tiveram dificuldade de dar visibilidade do quanto ela agrega e traz valor ao negócio. Isso ocorre, principalmente pela falta maturidade e qualidade de controles de tudo que sustenta a operação da organização.

Um meio de mudar essa imagem são os paineis de gestão à vista. Por meio de dashboards totalmente customizáveis, os indicadores de TI são apresentados em monitores, dando visibilidade dos SLA’s dos serviços do catálogo, da disponibilidade dos recursos e da capacidade e desempenho dos mesmos.

Os dashboards apresentam a relação da TI com o negócio. Gestão à vista engaja, informa, dá credibilidade, agrega valor, faz diferença e mostra que a TI está atenta e comprometida com os melhores resultados.

 
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